sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

                           11 alimentos que desintoxicam seu corpo e turbinam a sua saúde
Eles ajudam a eliminar as toxinas e impurezas do organismo de forma natural (POR NATALIA DO VALE - PUBLICADO EM 01/06/2010)
Basta exagerar um pouco no consumo de guloseimas e petiscos que a intoxicação bate a sua porta e causa estragos. Falta de apetite, inchaço, náuseas, vômitos e diarreia são apenas alguns dos sintomas. Sem falar aquela sensação de que passou da conta. A desintoxicação consiste no processo de eliminação dos excessos e das toxinas acumuladas no organismo. Essas toxinas são substâncias nocivas encontradas em aditivos, conservantes, corantes, adoçantes ou mesmo na poluição. Se por um lado, a alimentação pode causar intoxicação, por outro lado, existem alimentos como frutas e grãos, que ajudam a desintoxicar o organismo de forma natural e saudável. A seguir, a nutricionista da Unifesp e da Fundação Uniban, Ana Maria Figueiredo preparou uma lista com alimentos para lá de recomendados para esta missão.  
                    

*Ananás ou abacaxi é uma planta monocotiledônea da família das bromeliáceas, subfamília Bromelioideae. Os abacaxizeiros cultivados pertencem à espécie Ananas comosus, que compreende muitas variedades frutíferas. É diurético, facilita a digestão, especialmente de carnes, e desobstrui o fígado.
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Liliopsida
Subclasse: Commelinidae
Ordem: Poales
Família: Bromeliaceae
Subfamília: Bromelioideae
Género: Ananas 
INFORMAÇÕES: O abacaxi é uma fruta típica de países tropicais e subtropicais, portanto, não se adapta em regiões de clima frio. É uma fruta com uma boa quantidade de vitamina C, B1 e A. O abacaxizeiro costuma florescer na época do inverno.
A parte comestível é a polpa, suculenta e com grande quantidade de água e fibras. O suco do abacaxi é ótimo para a produção de sucos, sorvetes, cremes, geléias, bolos e outros alimentos. Do suco do abacaxi é retirado ácido cítrico, ácido ascórbico (vitamina C), ácido málico e bromelina. Este suco natural possui cerca de 12% de açúcar (frutose). Um abacaxi maduro pesa de 2 a 3 quilos. Muitas pessoas utilizam a casca do abacaxi para fazer doces.
O abacaxizeiro costuma ser plantado em solos ricos em nutrientes. Uma boa forma de verificar se o abacaxi está maduro é puxando uma das folhas de sua coroa. Se a folha soltar facilmente é porque o fruto está maduro, caso contrário ele ainda está verde.
As principais pragas que atacam os abacaxizeiros são: cochonilha e a broca do fruto (lagarta da borboleta).                           



*Rico em fibras, o arroz integral faz o intestino funcionar melhor e favorece a eliminação de toxinas, mantendo a pele saudável. Constituído por sete espécies, Oryza barthii, Oryza glaberrima, Oryza latifolia, Oryza longistaminata, Oryza punctata, Oryza rufipogon e Oryza sativa, é uma planta da família das gramíneas que alimenta mais da metade da população humana do mundo. É a terceira maior cultura cerealífera do mundo, apenas ultrapassada pelas de milho e trigo. É rico em hidratos de carbono.
Para poder ser cultivado com sucesso, o arroz necessita de água em abundância, para manter a temperatura ambiente dentro de intervalos adequados, e, nos sistemas tradicionais, de mão-de-obra intensiva. Desenvolve-se bem mesmo em terrenos muito inclinados e é costume, nos países do sudeste asiático, encontrarem-se socalcos onde é cultivado. Em qualquer dos casos, a água mantém-se em constante movimento, embora circule a velocidade muito reduzida.
A visão comumente aceita é que o arroz foi cultivado primeiramente na região do vale do Rio Yangtzé na China. Estudos morfológicos de fitólitos de arroz no sítio arqueológico Diaotonghuan mostram claramente a transição da coleta de arroz selvagem para o cultivo de arroz plantado. O grande número de fitólitos de arroz silvestre no nível de Diaotonghuan que data de 12.000-11.000AP indica que a coleta de arroz selvagem fazia parte dos meios locais de subsistência. Mudanças na morfologia de fitólitos de Diaotonghuan datados de 10.000-8.000 AP mostram que o arroz existente por este tempo era cultivado.Logo depois, as duas principais variedades de arroz asiático e arroz japonês foram sendo cultivadas na China Central. No final do 3º milênio a.C., houve uma rápida expansão do cultivo de arroz no território continental do sudeste da Ásia e em direção oeste para a Índia e Nepal.
Em 2003, arqueólogos coreanos afirmaram ter descoberto o mais antigo arroz do mundo cultivado. A época indicada, que remonta há 15 mil anos, desafia a visão aceita de que o cultivo do arroz se originou na China há cerca de 12.000 anos atrás.4 Estes resultados foram recebidos com forte ceticismo pela comunidade científica,5 e os resultados e sua divulgação têm sido citados como sendo impulsionados por uma combinação de interesses nacionalistas e regionais.Em 2011, um trabalho conjunto da Universidade de Stanford, da Universidade de Nova York, da Universidade Washington em St. Louis e da Purdue University forneceu a evidência mais forte de que existe apenas uma única origem de arroz cultivado, no Vale do Yangtzé, na China.
No Japão, é cultivado há pelo menos 7 mil anos, o arroz é presença marcante no quotidiano do povo asiático. Em muitas culturas do continente, é comum que uma mãe dê ao recém-nascido alguns grãos de arroz já mastigados, num ritual que significa sua chegada à vida.
No Vietnã, o cereal está tão integrado à alma dos camponeses que muitos fazem questão de ser sepultados nos arrozais. Durante os enterros há farta distribuição de arroz, como muitas festas, cantos e danças.
Os Hani do sul do Japão evitam fazer barulho quando estão nos campos, pois crêem que os espíritos dos arrozais se assustam facilmente e, ao fugirem, podem provocar a infertilidade da terra. Desde a época do Japão antigo, jogar arroz em recém-casados é um ato que representa votos de abundância ao novo casal; este costume passou depois ao Ocidente, sendo hoje muito comum em Portugal.
O arroz dourado é uma variedade do Oryza sativa produzida por engenharia genética para que biossintetizasse o betacaroteno.
A melhor variedade de arroz para fazer plov chama-se “devzira”, criada por seleção ao longo de muitos séculos no Uzbequistão; existem registos dos séculos X e XI, na época dos samânidas, em que este arroz era usado para o plov servido na corte. Este arroz é cultivado no Vale de Fergana, principalmente por agricultores individuais, uma vez que industrialmente é considerado de pouca produção. Mas os seus grãos rosados, longos e estriados, contêm menos amido e mais vitamina B2 e Colina que outras variedades.

                    
*A maçã é o fruto pomáceo da macieira, árvore da família Rosacea. É um dos frutos de árvore mais cultivados, e o mais conhecido dos muitos membros do gênero Malus que são usados pelos seres humanos.  Sua denominação é originária do termo latino MALA MATIANA, que significa "maçãs de Mácio"É rica em fibras, que funcionam como esponja dentro das artérias limpando o sangue do colesterol. É recomendada nas afecções de estômago, bexiga e rins. Antiácidas, ativam o fígado e dissolvem o ácido úrico, que retém líquidos no organismo.
Além de adoçar sucos e chás, o mel pode ajudar a tratar muitas doenças, como gripe, asma, amigdalite e bronquite. Delicioso e fresco ainda auxilia problemas de circulação e dos músculos.
 As maçãs crescem em pequenas árvores, de folha caducifólia que florescem na Primavera e produzem fruto no Outono. A árvore é originária da Ásia Ocidental, onde o seu ancestral selvagem, Malus sieversii, ainda é encontrado atualmente. As maçãs têm sido cultivadas há milhares de anos na Ásia e Europa, tendo sido trazidas para a América do Norte pelos colonizadores europeus. As maçãs têm estado presentes na mitologia e religiões de muitas culturas, incluindo as tradições nórdica, grega e cristã. Em 2010, o genoma da fruta foi descodificado, levando a uma nova compreensão no controle de doenças e na reprodução seletiva durante a produção da maçã. Existem mais de 7.500 plantações conhecidas de maçãs, resultando numa gama de características desejadas.
A maçã sempre foi uma importante fonte alimentícia em regiões de clima frio. Provavelmente, a macieira é a árvore cultivada há mais tempo pelo homem. É a espécie de fruta, à exceção dos cítricos, que pode ser conservada durante mais tempo, conservando boa parte de seu valor nutritivo. As maçãs de inverno, colhidas no final do outono e guardadas em câmaras ou armazéns acima do ponto de congelamento, têm sido um alimento destacado durante milênios na Ásia e na Europa e, desde 1800, nos Estados Unidos.
O consumo regular de maçã é excelente para se prevenir e manter a taxa de colesterol em níveis aceitáveis, com a ingestão recomendada de uma unidade por dia. Esse efeito é devido ao alto teor de pectina, encontrada na casca.
Também auxilia no processo de emagrecimento, pois a pectina dificulta a absorção das gorduras, da glicose e elimina o colesterol. O alto teor de potássio contido na polpa da maçã libera o sódio excedente, eliminando o excesso de água retida no corpo.
Também apresenta propriedades medicinais, e produz efeitos benéficos sobre o coração, tanto pelo elevado teor de potássio, quanto pela presença de pectina, que evita a deposição de gorduras na parede arterial, prevenindo a arteriosclerose. Por tudo isto, melhora a circulação sanguínea, reduzindo, consequentemente, o trabalho cardíaco e prolongando a vida útil do coração.
Pode ser usada como uma espécie de laxante, pois auxilia na eliminação das fezes. Atua da seguinte maneira: durante a digestão, absorve a água, e, durante a eliminação, liberta esta água que ficou armazenada, não deixando que as fezes sequem e causem problemas posteriores, como a prisão de ventre
A maçã contém as seguintes vitaminas: B1, B2 e Niacina, além de sais minerais, como fósforo e ferro. Fermentada, é utilizada na elaboração de bebidas alcoólicas como a sidra asturiana, o Calvados francês e a Sagardua basca.
É rica em quercetina, substância que ajuda a evitar a formação de coágulos sanguíneos capazes de provocar derrames. A maçã é recomendada para pessoas com problemas de intestino, obesidade, reumatismo, gota, diabetes, enfermidades da pele e do sistema nervoso. A sua casca seca é empregada como chá para purificar o sangue e como diurético. Para melhor aproveitamento das suas vitaminas, o ideal é consumi-la ao natural com casca, pois é junto dela que estão a maior parte das suas vitaminas e os sais minerais.
Na hora de comprar, escolha as de casca de cor acentuada e brilhante, polpa firme, pesadas, sem partes moles, furos ou rachaduras. Nessas condições ela se conserva até um mês no frigorífico. Em torno de 55 milhões de toneladas de maçãs foram cultivadas no mundo em 2005, dando um valor aproximado de 10 bilhões de dólares. Cerca de dois quintos desse total foi produzido na China. Cerca de 7,5% foi produzido nos Estados Unidos.
Nos Estados Unidos, mais de 60% de todas as maçãs vendidas comercialmente são cultivadas no estado de Washington. As maçãs importadas da Nova Zelândia e outras áreas mais temperadas estão competindo com a produção dos Estados Unidos e aumentando a cada ano.
A maior parte da produção da Austrália é para o consumo interno. As importações provenientes da Nova Zelândia não são aceitas, por causa de uma lei que entrou em vigor em 1921. Os maiores exportadores de maçãs em 2006 foram: República Popular da China, Chile, Itália, França e os Estados Unidos, enquanto os maiores importadores no mesmo ano foram Rússia, Alemanha, o Reino Unido e a Holanda.
Há mais de 7 500 espécies e variedades de maçãs. As diferentes espécies encontram-se em climas temperados e subtropicais, já que macieiras não florescem em áreas tropicais, pois necessitam de um número considerável de horas de frio, que é variável em função da variedade cultivada. As variedades da família da Gala, por exemplo, necessitam de um inverno com cerca de 700 horas de frio (temperatura abaixo de 7,2 °C) para terem o rendimento ideal na colheita. A maçã é uma das principais frutas que integram o grupo de superalimentos. Que ela faz bem para a saúde e para o corpo não é nenhum segredo, mas alguns benefícios dela ainda são menos conhecidos. Conheça 8 boas razões para consumir maçã de acordo com o jornal Huffiton Post:
Diminui o colesterol
Uma maçã média possui aproximadamente quatro gramas de fibra. Uma parte disso está na forma de pectina, um tipo de fibra solúvel que tem sido associada a redução dos níveis do colesterol ruim. Isso acontece, pois, de acordo com a WebMD, ela bloqueia a absorção de colesterol, ajudando o corpo a usá-lo em vez de armazená-lo.
Mantém você saciado
A presença de fibras na maçã também faz com que ela deixe você saciado por mais tempo sem que precise consumir muitas calorias (95 em uma fruta média). O nosso corpo demora mais para digerir fibras complexas do que matérias simples como açúcar ou cereais refinados. Qualquer alimento com pelo menos três gramas de fibras é uma boa fonte de nutrientes, já que a maioria das pessoas deve consumir de 25 a 40 gramas por dia.
Ajuda a manter você magro
Um componente da casca de uma maçã, onde também se concentra a maior parta das fibras, é algo chamado ácido ursólico, que está relacionado a um risco menor de obesidade, segundo um recente estudo feito com ratos. Isso porque ele aumenta a queima de calorias e o desenvolvimento de músculos e massa magra.
Previne problemas respiratórios
Segundo a revista Heath, comer pelo menos cinco maçãs por dia pode melhorar a função pulmonar. Provavelmente graças a um antioxidante chamado quercetina encontrada na pele de maçãs, cebolas e tomates, informou a BBC. E os benefícios para respiração não param por aí: um estudo de 2007 descobriu que as mulheres que comem muito dessa fruta são menos propensas a ter filhos com asma.
Combate resfriados
Embora não chegue a ser tão eficiente quanto a laranja, a maçã é considerada uma boa fonte de vitamina C, que fortalece o sistema imunológico. Uma fruta média possui cerca de oito miligramas dessa substância, o que equivale a cerca de 14 % da ingestão diária recomendada.
Pode combater câncer
Em 2004, uma pesquisa francesa, divulgada no WebMD, descobriu que uma substância da maçã é capaz de ajudar na prevenção ao câncer de cólon. Um novo estudo, realizado em Cornell, EUA, em 2007, encontrou compostos adicionais, chamados triterpenóides, que parecem lutar contra o câncer de cólon, fígado e mama.
Diminui o risco de diabetes
Um estudo publicado em 2012 no American Journal of Clinical Nutrition descobriu que as maçãs, bem como pêras e amoras, estavam ligados a um risco menor de desenvolver diabetes tipo 2 por causa de  uma classe de antioxidantes, antocianinas, que são também responsáveis
​​para pela colocação frutas e vegetais.
Melhora as funções cerebrais
Segundo o Good Housekeeping, a fruta tem sido associada a um aumento na produção de acetilcolina, que se comunica entre as células nervosas. Isso faz com que a maçã possa ajudar a memória e diminuir as chances de desenvolver Alzheimer. Uma dieta rica em antioxidantes pode ter efeitos semelhantes, por isso a maçã, que é particularmente rica em quercetina, é uma boa aposta, de acordo com pesquisa de 2004.
                                

*A laranja tem ação desintoxicante e auxilia o funcionamento intestinal, principalmente quando ingerida com o bagaço. A laranja é o fruto produzido pela laranjeira, uma árvore da família Rutaceae. A laranja é um fruto híbrido, criado na antiguidade a partir do cruzamento da cimboa com a tangerina. O sabor da laranja varia do doce ao levemente ácido.
Frequentemente, esta fruta é descascada e comida ao natural, ou espremida para obter sumo. As pevides (pequenos caroços duros) são habitualmente removidas, embora possam ser usadas em algumas receitas. A casca exterior pode ser usada também em diversos pratos culinários, como ornamento, ou mesmo para dar algum sabor. A camada branca entre a casca e os gomos, de dimensão variável, raramente é utilizada, apesar de ter um sabor levemente doce. É recomendada para "quebrar" o sabor ácido da laranja na boca, após terminar de consumir o fruto.
A laranja doce foi trazida da China para a Europa no século XVI pelos portugueses. É por isso que as laranjas doces são denominadas "portuguesas" em vários países, especialmente nos Bálcãs (por exemplo, laranja em grego é portokali e portakal em turco), em romeno é portocala e portogallo com diferentes grafias nos vários dialectos italianos .
A origem das frutas do gênero Citrus confunde-se, no tempo, com a história da humanidade. Sabe-se apenas que a maior parte dos frutos cítricos é originária de regiões entre a Índia e o sudeste do Himalaia, onde se encontram, ainda em estado silvestre, variedades de limeiras, cidreiras, limoeiros, pomeleiras, toranjeiras, laranjeiras amargas ou azedas, laranjeiras doces e de outros frutos ácidos aclimatados ou locais. Alguns autores afirmam que os citros teriam surgido no leste asiático, de onde teriam sido levados para o norte da África e para o sul da Europa, chegando às Américas por volta de 1500. Porém, tanto na Europa como na América, foi na segunda metade do século XIX que tomaram impulso o cultivo e a comercialização de suas diferentes variedades. Os citros espalharam-se pelo mundo sofrendo mutações e originando novas variedades devido ao seu cultivo via sementes. A história da laranja inicia-se na Índia, onde era conhecida pelo nome nareng. Da Índia este fruto espalhou-se pela restante da Ásia, passando a denominar-se narang, nome que foi dado a uma cidade paquistanesa, situada na província de Punjab. Da Ásia chegou à Europa através de Portugal no tempo das Cruzadas.
Enquanto a fruta denominada laranja não foi conhecida no continente Europeu, estes povos não tinham designação para a cor de laranja. Um dos primeiros locais da Europa onde se iniciou o cultivo da laranja na França, tendo os franceses adaptado o nome narang para orange. Foi com este nome que a laranja veio a ser associada em algumas culturas à cor do ouro. A palavra or, em francês, significa ouro. Na Ásia e Médio Oriente, onde era conhecida, a laranjeira assumia-se como árvore ornamental e dotada de características extraordinárias. Era muito comum nos pátios das casas árabes abastadas, geralmente associada a uma fonte ou a um lago.
Em várias culturas, os seus frutos foram conhecidos como "maçãs do paraíso". É possível ver em pinturas antigas os frutos da "Árvore da Ciência" representados por laranjas.
A cor de laranja encontra-se ligada ao fruto do mesmo nome e, em tempos antigos, eram ambos considerados exóticos. Em diversas culturas e línguas, o nome deste fruto adquire singularidade própria ao ponto de não haver palavras que rimem bem com ele.
O cultivo da laranja é um negócio significativo e uma importante parte das economias de vários países e regiões europeias, entre os quais Espanha, Itália,Roménia e a região do Algarve, em Portugal. Nos outros continentes, encontramos produção significativa na África do Sul, Angola, Zimbabué, nos estados da Flórida e Califórnia, nos Estados Unidos, na América do Sul principalmente na Argentina e no Brasil, sendo este último o maior produtor do mundo, concentrando grande parte da produção na cidade de Itápolis, em São Paulo2 e o distrito Riverina, em Murray River, na Austrália.
Cada 100 gramas de laranja (Citrus x sinensis) contém: Calorias - 65kcal, Proteínas - 0,6g, Gorduras - 1g, Vitamina A - 195 U.l., Vitamina B1 (Tiamina) - 135 µg, Vitamina B2 (Riboflavina) - 150 µg, Vitamina B3 (Niacina) - 0,25 mg, Vitamina C (Ácido ascórbico) - 48 mg, Cálcio - 45 mg, Potássio - 36 mg, Fósforo - 21 mg, Sódio - 13 mg, Enxofre - 11 mg, Magnésio - 8 mg, Cloro - 2 mg, Silício - 0,45 mg, Ferro - 0,2 mg
A laranja é muito conhecida por ser fonte de vitamina C. A vitamina C é o nutriente mais importante da laranja. Duas laranjas por dia fornecem a quantidade de vitamina C de que o organismo precisa.


*A melancia tem propriedade refrescante e diurética, ajudando a limpar o organismo. Uma ótima receita é preparar o suco de melancia com gengibre, outro poderoso desintoxicante. Melancia (Citrullus lanatus) é o nome de uma planta da família Cucurbitaceae e do seu fruto. Trata-se de uma erva trepadeira e rastejante originária da África. É cultivada ou aparece quase espontaneamente em várias regiões do Brasil, geralmente em áreas secas e de solo arenoso.
Originária da África, foi trazida ao Brasil por negros de origem Banto e Sudanês no processo de escravidão. A produção brasileira foi estimada pelo IBGE em 144 mil toneladas de frutos em 1991, concentrada principalmente nos estados deGoiás (onde se situa a capital nacional da melancia, Uruana, com a festa nacional da melancia - sempre no mês de setembro) Bahia,Rio Grande do Sul e São Paulo. A planta é rasteira e anual, com folhas triangulares e trilobuladas e flores pequenas e amareladas, gerando um fruto arredondado ou alongado, de polpa vermelha, suculenta e doce, com alto teor de água(Cerca de 90%) e diâmetro variável entre 25 e 140 cm. A casca é verde e lustrosa, apresentando estrias escuras. Sua composição, além do alto teor de água, inclui carboidratos, vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo eferro.
 O suco das sementes é considerado vermífugo e diurético leve. A outras partes são atribuídas propriedades na cura de erisipela, febre e infecções de vias urinárias. Uma pesquisa preliminar indica que o consumo de melancia pode ter efeitos anti-hipertensivos e anti-depressivos. Conserva-se em geladeira por 2 a 3 semanas. Tem propriedades hidratantes (contém cerca de 90% de água). Além disso, possui também açúcar, vitaminas do Complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.
Cada 100 gramas de melancia contêm: Caloria - 35 Kcal, Água (%) – 92, Carboidratos - 6,88g, Proteínas - 0,63g, Gorduras - 0,63g, Colesterol – 0, Vitamina A - 368,75U.l. Vitamina B1 (Tiamina) - 25mcg, Vitamina B2 (Riboflavina) - 35mcg, Vitamina B3 (Niacina) - 0,19 mg, Vitamina C (Ácido ascórbico) - 9,38 mg, Sódio - 1,88 mg , Potássio - 116,25 mg, Fósforo - 8,75 mg, Cálcio - 8,13 mg, Ferro - 0,45 mg, Beltamol - 1,13 mg, Colbenazotol - 3,80 mg
Devido ao fato de conter o aminoácido citrulina, deve ser evitado por pessoas que apresentam alergia a esse aminoácido.Também podem ocorrer uma série de problemas gástricos e diuréticos causando a hipertensão aguda, chamada fase de feijão.                              


*O gengibre estimula a digestão, alivia a constipação intestinal e ativa o metabolismo. Contém quantidades pequenas de vitamina C, cálcio, potássio, ferro, fósforo e magnésio. É rico em fibras e é usado como um alimento digestivo e refrescante. Você sabia que o gengibre faz bem à saúde? É isso mesmo. Segundo a nutricionista Vanessa Lobato, ele possui mais de 400 substâncias, com propriedades digestivas, expectorantes e até afrodisíacas. O gengibre apresenta inúmeras propriedades farmacológicas, influenciando os sistemas digestores, nervoso central e cardiovascular. Ele também age comoestimulante para o TGI, aumentando o peristaltismo e o tônus do músculo intestinal, impedindo a formação de gases no aparelho digestivo. Os extratos de gengibre estimulam os centros vasomotor e respiratório, melhorando a respiração em casos de congestionamento nasal, auxiliando no combate de gripes, resfriados, catarros crônicos, tosses, fraquezas do estômago, rouquidão e bronquites. Ttambém tem ação anti-inflamatória, sendo eficaz nas desordens reumáticas e artríticas. "Fazer compressa das raízes para as dores externas reduz as dores reumáticas, no nervo ciático e nevralgias", explica a nutricionista. Ele pode ser consumido fresco, seco, em conserva ou cristalizado. O gengibre fresco é usado em preparações culinárias ou para o preparo de infusões. Já o seco é mais usado para compressas. O em conserva é utilizado também na culinária e o cristalizado com açúcar é usado como confeito para irritações na garganta ou cristalizado no sal. "Quando usar o gengibre fresco é importante tirar a pele dele, com uma faca", diz Valéria. Apesar de ser recomendado o uso do gengibre para problemas estomacais, em pessoas com úlcera ativa o consumo da tintura pura (maior concentração de ativos) deve ser evitado. Pessoas com problemas cardíacos também devem consumir com moderação. A nutricionista também chama atenção para o fato de que, pela presença de terpenos, um óleo, deve-se lavar as mãos após o manuseio e evitar exposição solar para não manchar a pele, assim como o limão. O gengibre (Zingiber officinale) é uma planta herbácea da família das Zingiberaceae, originária da ilha de Java, da Índia e da China, de onde se difundiu pelas regiões tropicais do mundo. Outro nome conhecido no norte do Brasil, é Mangarataia. É conhecido na Europa desde tempos muito remotos, para onde foi levado por meio das Cruzadas. Em Portugal existe registro da sua presença desde o reinado de D. João III  (1521-1557). A introdução do gengibre no Brasil é atribuída por muitos autores às invasões holandesas que ocorreram por volta do século XVII principalmente nos actuais estados da Paraíba e Pernambuco, onde ficavam as duas maiores cidades da Nieuw Holland (embora antes mesmo da invasão os holandeses tinham planos de usar o gengibre paraibano e pernambucano contra o gengibre castelhano no mercado hanseático, o que evidencia a presença do mesmo antes de 1623 quando foi escrito tal relatório para a WIC ou Western Indias Company). Contudo, há relatos que citam a presença desta planta no ano de 1587. Visconde de Nassau quando veio para o Brasil trouxe o famoso botânico Pison que relatou o gengibre como planta indígena e de fácil encontro no estado silvestre, tanto que a considerou simultaneamente brasileira e asiática, convicção esta que afirmou até longa data, após, porquanto a publicou em 1648. (PIO CORREA, 1984). No Brasil, o gengibre chegou menos de um século após o descobrimento. Naturalistas que visitavam o país (colônia, naquela época) achavam que se tratava de uma planta nativa, pois era comum encontrá-la em estado silvestre. Hoje, o gengibre é cultivado principalmente na faixa litorânea do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná e no sul de São Paulo, em razão das condições de clima e de solo mais adequadas. Trata-se de uma planta perene da Família das Zingiberáceas, que pode atingir mais de 1 m de altura. As folhas verde-escuras nascem a partir de um caule duro, grosso e subterrâneo (rizoma). As flores são tubulares, amarelo-claro e surgem em espigas eretas. O seu caule subterrâneo é utilizado como especiaria desde a Antiguidade, na culinária e na preparação de medicamentos.
Como planta medicinal o gengibre é uma das mais antigas e populares do mundo. Suas propriedades terapêuticas são resultado da ação de várias substâncias, especialmente do óleo essencial que contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona. Popularmente, o chá de gengibre, feito com pedaços do rizoma fresco fervido em água, é usado no tratamento contra gripes, tosse, resfriado e até ressaca. Banhos e compressas quentes de gengibre são indicados para aliviar os sintomas de gota, artrite, dores de cabeça e na coluna, além de diminuir a congestão nasal, cólicas menstruais e previne o câncer (cancro) de intestino e ovário. Desde a Antiguidade, o gengibre é utilizado na fabricação de xaropes para combater a dor de garganta. Sua ação antisséptica pode ser a responsável por essa fama, tanto que muitos locutores e cantores revelam que entre os seus segredos para cuidar bem da voz está o hábito de mastigar lentamente um pedacinho de gengibre. No entanto, esse hábito (mascar gengibre e em seguida cantar ou falar, enfim, fazer uso da voz) é contra-indicado visto que o gengibre possui também propriedades anestésicas e esta "anestesia tópica" diminui o controle da emissão vocal, favorecendo o aparecimento de abusos vocais. No Japão, utiliza-se o gengibre para massagens a partir de óleo de gengibre são tratamentos tradicionais e famosos para problemas de coluna e articulações. Na fitoterapia chinesa, a raiz do gengibre é chamada de "Gan Jiang" e apresenta as propriedades acre e quente. Sua ação mais importante é a de aquecer o baço e o estômago, expelindo o frio. É usada contra a perda de apetite, membros frios, diarréia, vômitos e dor abdominal. Aquece os pulmões e transforma as secreções. A medicina ayurvédica reconhece a ação dessa planta sobre o sistema digestivo, indicadandoa para evitar enjoos e náuseas, confirmando alguns dos seus usos populares, onde o gengibre é indicado na digestão de alimentos gordurosos. O gengibre tem ação bactericida, é desintoxicante e acredita-se há séculos que possua poder afrodisíaco. Na medicina chinesa tradicional, por sua reconhecida ação na circulação sanguínea, é utilizado contra a disfunção erétil. O óleo de gengibre também é utilizado para massagear o abdômen, aquecendo o corpo e excitando os órgãos sexuais. Graças ao seu alto poder bactericida, tem-se comprovado que o consumo desta planta em estado cru por cerca de 30 dias (pode-se moer e acrescentar adoçante, mel, etc.) elimina a bactéria Helicobacter pylori existente em casos de gastrite ou úlceras. O gengibre possui sabor picante e pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces e em diversas formas: fresco, seco, em conserva ou cristalizado. O que não é recomendado é substituir um pelo outro nas receitas, pois seus sabores são muito distintos: o gengibre seco é mais aromático e tem sabor mais suave. O gengibre fresco é amplamente utilizado na China, no Japão, na Indonésia, na Índia e na Tailândia. No Japão costuma-se usar o suco (do gengibre espremido) para temperar frango e as conservas "beni shouga", feitas com os rizomas jovens, que são consumidas puras ou com sushi. Já o gengibre cristalizado é um dos confeitos mais consumidos noSudeste Asiático. Nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha para fazer os tradicionais bonecos de gengibre para o Natal.                        
A couve carrega doses de ferros, que ajuda na formação de hemoglobina que transporta oxigênio para os tecidos. É um vegetal crucífero do gênero Brassica e pertencente à família Brassicaceae, da qual fazem parte mais de 3.000 espécies, entre elas o repolho, a mostarda, o rabanete e o nabo. Nativa da Europa e introduzida no Brasil pelos primeiros colonizadores portugueses, a couve se tornou uma das hortaliças mais consumidas e apreciadas em nosso país. Caracterizada por possuir longas folhas comestíveis de formato oblongo e ondulado, que podem ser encontradas em tons de verde claro, verde escuro e até mesmo verde azulado, com limbo de aspecto frisado ou crespo, as couves são cultivadas por serem consideradas um alimento altamente nutritivo e cheio de propriedades medicinais. Rica em vitamina A, B6, C, K e cheia de minerais como o cálcio e ferro a couve ajuda a prevenir e combater diversas doenças. Ela possui ação vermífuga, ajuda a combater problemas do fígado eestômago, é muito aconselhada para amenizar a asma  e bronquite e, possui ação laxativa. Além de tudo isto, a couve possui alguns compostos como os fenólicos que segundo pesquisas, tem sido eficaz em diminuir a multiplicação de células cancerígenas. Por ser pobre em calorias (100 gramas contém 25 kcal), a couve pode estar presente em dietas de restrições calóricas, cujo objetivo é emagrecer. No entanto, as couves podem causar flatulências ou gases em alguns indivíduos. As couves se adaptam muito bem em climas frios e amenos, onde a temperatura esteja em torno de 15 a 25 graus Celsius, e não suportam altas temperaturas. Elas são cultivadas durante todo o ano no Brasil e a espécie mais comum encontrada aqui é a couve-manteiga, que possui folhas lisas, de coloração verde claro e levemente ondulada. Muito apreciada na culinária, as couves compõe diversos pratos típicos. Estão presentes em saladas, refogados, sucos, como também em diversas receitas tais como sopas, caldos, molhos, recheios, entre outras. Quando consumidas cruas, como nas saladas, as couves devem ser devidamente limpas, a fim de remover quaisquer microorganismos causadores de doenças que estejam ali. Para os que preferem cozinhá-la e refogá-la, o ideal é que ela fique menos tempo possível no fogo, em torno de 30 segundos, pois a couve tende a ficar muito escura e com um sabor desagradável quando expostas muito tempo sob o calor do fogo. E este tempo de 30 segundos não altera muito suas propriedades nutritivas e medicinais. Para manter a couve em ótimas condições até que se possa consumi-las o ideal e guardá-las na geladeira, em um saco plástico contendo alguns furos.
Os tipos cultivados dividem-se nos seguintes grupos:
·         Brassica oleracea, Grupo Acephala - ou couves, propriamente ditas, com grandes semelhanças à espécie-tipo - como a couve-galega;
·         Brassica oleracea grupo Alboglabra - couve-chinesa-kairan, bróculos chineses ou Kai-lan;
·         Brassica oleracea, grupo Botrytis - couve-flor e brócolos romanesco;
·         Subrupo Chlorusa;
·         Subgrupo Erytrobotrys;
·         Subgrupo Phaeusa;
·         Subgrupo Theiusa;
·         Brassica oleracea, grupo Capitata - ou repolhos;
·         Brassica oleracea, grupo Capitata Rubra (Repolho-de-erfurte ou couve-roxa)
·         Brassica oleracea, grupo Costata - couve-portuguesa ou tronchuda.
·         Brassica oleracea, grupo Gemmifera - ou couve-de-bruxelas;
·         Brassica oleracea, grupo Gongylodes - ou couve-rábano, couve-nabo ou couve-naba; Couve-galega
·         Brassica oleracea, grupo Italica - brócolos ou bróculos;
·         Subrupo Albida;
·         Subgrupo Cymosa;
·         Subrupo Flava;
·         Subgrupo Italica;
·         Brassica oleracea, grupo Medullosa - couve-cavaleiro, couve-forrageira ou couve-repolho-branca;
·         Subgrupo Rubra - couve-repolho-vermelha ou couve-forrageira-vermelha;
·         Brassica oleracea, grupo Nanofimbriata - couve-frisada-anã;
·         Brassica oleracea, grupo Palmifolia - couve-palmeira;
·         Subgrupo Laciniato - também incluído nos grupos Viridis e Sabellica - ainda que pertença indubitavelmente à Brassica oleracea acephala;
·         Brassica oleracea, grupo Ramosa- outro tipo de couve-cavaleiro;
·         Brassica oleracea, grupo Sabauda - couve-lombarda, lombardo, couve-crespa, couve-de-sabóia ou couve-de-milão;
·         Brassica oleracea, grupo Sabellica - couve-frisada ( bem como a couve-galega, ambas pertencentes também ao tipo Acephala, nem sempre consideradas como grupo, mas como "variante");
·         Brassica oleraceae, grupo Viridis - couve-forrageira;                          


*A berinjela é muito digestiva, nutritiva e laxante, por esse motivo é indicada nos casos de indigestão e prisão de ventre. Sua denominação é oriunda do termo persa badnjan, através do termo árabe badinjanâ. Segundo alguns historiadores, seu cultivo começou como planta ornamental, na Índia, há cerca de 4 000 anos, tendo chegado à Europa no século XIII através dos árabes da Península Ibérica, que eram e são grandes apreciadores desse fruto. A beringela ou berinjela é o fruto da planta Solanum melongena, uma solanaceae arbustiva, anual, originária da Índia, considerada de fácil cultivo nos trópicos, e que pertence à mesma família do pimentão. É sensível ao frio, às geadas e ao excesso de chuva na altura da floração. A época de plantio, no hemisfério norte, é de Setembro a Fevereiro e, em regiões de clima quente, o ano todo.
Existem vários tipos desse fruto, diferenciado-se pelas suas cores. As mais comuns são o vermelho-escuro ou roxo, mas pode também ser branca, embora esta seja rara. De polpa macia e flexível, tem uma película lisa e lustrosa que a envolve. No mercado português as variedades mais comuns são a híbrida, grande e roxa, a híbrida super F-100, no tom vermelho escuro brilhante e a embu, de cor roxa avermelhada, todas com pedúnculo verde.
A eficácia da berinjela no tratamento de hipercolesterolémia e no controle do colesterol é controversa. Uma pesquisa realizada no Instituto de Biociências da UNESP de Botucatu - São Paulo teria mostrado que a berinjela pode reduzir até 30% as taxas do colesterol[carece de fontes]. Um estudo clínico do Instituto do Coração de São Paulo não confirmou tais resultados; o trabalho publicado afirma que a berinjela não deve ser encarada como substituto de estatina. Ainda não se sabe qual o princípio ativo responsável pela redução das taxas de colesterol, mas os cientistas suspeitam de um alcalóide existente na berinjela.
Por ser essa fruta rica em proteínas, vitaminas (A, B1, B2, B5, C), minerais (cálcio, fósforo, ferro, potássio, magnésio) e alcalóides, que actuam diminuindo a pressão sanguínea, prevenindo a arterosclerose, os naturalistas recomendam o seu consumo para prevenir alguns males referentes ao fluxo sanguíneo. Também é recomendada nos casos de artrite, apresentando bons resultados na gota e no reumatismo, bem como na diabetes e nas inflamações da pele em geral. É também muito digestiva, nutritiva e laxante, por esse motivo é indicada nos casos de desnutrição, indigestão e prisão de ventre. O consumo da berinjela está também indicado para problemas do fígado e do estômago. Para efeito medicinal, também pode ser usada cortada em pedacinhos com casca e colocado em um vasilhame de água na geladeira e beber 200 ml 3 vezes ao dia (nos casos de crise: diabete alta, hipertensão) e para manutenção diminuir a dose. Não deve ser usada com frequência, para que não haja hipoglicemia ou outros problemas de saúde. Usar 15 dias e descansar uma semana e continuar se precisar após os exames. Não deve ser usado para perda de peso, pois se a pessoa não tiver nenhum desses problemas de saúde como diabetes, hipertensão e outros, pode ser danoso para a mesma, podendo causar, inclusive, baixa da hemoglobina, causando anemia. As melhores berinjelas são as de estrutura firme e cascas bem brilhantes. As opacas e amolecidas já estão velhas e perderam um pouco suas propriedades nutricionais. É vendida em pó como legume medicinal.
Pode ser usada no preparo de pratos como o cuscuz, suflê, torta, salada, recheada, entre outras várias formas na cozinha. Também é muito boa para fazer lasanha. Cozida, frita, assada ou grelhada, a berinjela combina bem com pimento, tomate, cebolas e azeitonas, tornando-se um óptimo acompanhamento para carnes grelhadas e assadas. Também se podem fazer gostosas porções com vinagre com sabor característico. Com a berinjela, é possível se fazer tortas de sabor agradável. Se guardada dentro do frigorífico, num sacoplástico, dura de uma a duas semanas. Para retirar o gosto amargo que a caracteriza, corte-a ao meio, esfregue com sal e escorra, ou deixe-a aberta coberta com água e sal,limão ou vinagre, durante, pelos menos, 15 minutos. Escorra em seguida e seque com papel absorvente. Uma boa maneira de aproveitar todas as suas propriedades sem sentir o sabor amargo do fruto é cortá-lo em cubos e misturá-lo ainda cru ao alimento, no momento da refeição.                                                

*A hortelã (Mentha) gênero botânico da família Lamiaceae, cujas espécies são vulgarmente chamadas mentas ou hortelãs. Wikipédia; é uma erva rica em vitaminas A,B e C, minerais (cálcio, fósforo, ferro e potássio), que exercem ação tônica e estimulante sobre o aparelho digestivo, pode ser utilizada em chás, saladas e preparações em geral. Uma boa pedida é o suco de abacaxi com hortelã. É uma planta medicinal rica em minerais como cálcio, ferro, fósforo, potássio e nas vitaminas A, B e C. Com ela pode-se fazer um ótimo remédio caseiro para má digestão. Cientificamente chamada de Mentha piperita L., também é conhecida popularmente como hortelã pimenta e hortelã apimentada.
Para que serve a hortelã: A hortelã serve para o tratamento da azia, má digestão, problemas do fígado e vesícula biliar, flatulência, náuseas, vômitos, cólon irritável, dor de dente e nevralgias. O uso do óleo essencia de hortelãl é indicado para combater inflamações orofaríngeas, gripe, tosse, bronquite, faringite, rino-sinusite e seu uso externo na dor muscular.
Propriedades da hortelã: A hortelã possui propriedade anti-séptica; anestésica; tranquilizante suave; analgésica (principalmente a nível local e das mucosas do aparelho digestivo); antitússica; mucolítica; expectorante e descongestionante das vias respiratórias pelo óleo essencial.
Modo de uso da hortelã: As partes utilizadas da hortelã são as folhas inteiras, caule e o óleo essencial. Na forma de chá, tintura e como erva aromática na preparação de saladas e alguns pratos quentes.
Uso interno
  • Chá de hortelã: Adicionar 1 colher (de chá) de folhas secas ou frescas de hortelã numa xícara de água fervente. Deixar repousar por 5 minutos, coar e beber a seguir. 
  • Tintura (1:5): 50 gotas, uma a três vezes por dia.
  • Tintura mãe: 40 gotas, três vezes ao dia.
Uso externo
  • Inalações secas ou úmidas: 5-10 gotas de óleo essencial em 0,5 litro de água quente.
  • Sauna facial para nevralgias faciais provocadas pelo frio: 25 g de folhas em 0,5 litro de água fervente. Expor o rosto aos vapores, cobrindo a cabeça com uma toalha.
Efeitos colaterais da hortelã: Contrações no útero, diminuição da sensibilidade, insônias, dispneia e em casos muito raros pode causar asfixia em crianças e lactantes.
Contra indicações da hortelã: Gravidez; amamentação; crianças menores de seis anos; doentes com dispepsias hipersecretoras; doenças intestinais graves e doenças neurológicas. Outras informações importantes:
  • Indivíduos que possuam cálculos biliares só devem utilizar a planta com aconselhamento médico.
  • O uso do óleo essencial deve ser feito sob cuidados, recomenda-se o teste de tolerância.
  • O óleo essencial deve ser administrado internamente em cápsulas com revestimento entérico, para não causar azia.
  • Em pessoas sensíveis pode causar insônias, nervosismo e dermatites de contato e caso inalado pode causar asfixia principalmente em crianças, além de irritar os olhos.                                    

*O salsão é rico em fibras, que favorecem o trânsito intestinal; salsão ou aipo (Apium graveolens) é uma planta aromática comestível da família das apiáceas. Todas as partes vegetativas podem ser consumidas: a raiz, o caule e as folhas.Wikipédia
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Apiales
Família: Apiaceae
Gênero: Apium
Espécie: A. Graveolens
INFORMAÇÕES: Também conhecido como salsão, o aipo é uma planta bastante aromática.  É de or verde e composto de talos e folhas. É um alimento que pode ser consumido por inteiro, desde as folhas até a raiz. Na culinária brasileira, é geralmente utilizado no preparo de sopas, saladas e como condimento. Possui forma semelhante à salsa, porém, com tamanho bastante superior. Apresenta baixa quantidade de calorias (21 kcal por 100 gramas). O aipo é rico em potássio, importante mineral para o funcionamento do organismo. Costuma ser consumido cru, ralado ou cortado em rodelas. Entre os meses de julho a novembro ocorre a sua safra. É uma boa fonte de vitamina A e cálcio.


Fonte:

http://www.cnph.embrapa.br/paginas/dicas_ao_consumidor/couve.htm
http://www.cnph.embrapa.br/bib/saibaque/couve.htm
http://www.ceasacampinas.com.br/novo/DicasVer.asp?id=325&page=dica_da_semana
http://pt.wikipedia.org/wiki/Couve




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